The beginning of questioning by Tico

The beginning of questioning (EN)

El principio del cuestionamiento (ES)

O princípio do questionamento (PT)

1ª parte

Em 2014, pela altura do Natal, vi um documentário de nome “Earthlings” (“Terráqueos” em português). Foi a coisa que mais me custou ver até hoje. Pausei o filme várias vezes. Chorei. Continuei a ver até o filme acabar. Fiquei vegan da noite para o dia.

Uma luz tinha-se acendido na minha cabeça e não podia jamais desligar-se. Como é que eu tinha vivido a minha vida até agora a pensar que torturar, matar ou usar animais para o nosso entretenimento era normal? Deu-me que pensar. Se o que me tinha sido ensinado até aqui (pela família, cultura, tradições) sobre comer animais, não era o certo, o que mais poderia estar errado?

Comecei então a questionar tudo. Tudo! Porque é que eu estava a tomar a pílula? Qual era a razão que me levava a tomar comprimidos quando ficava doente? Porque é que me dava com pessoas que pouco ou nada tinham a ver comigo? Porque é que lavava o cabelo com champô e lavava os dentes com pasta dentífrica? Por que razão comprava eu roupas a toda a hora? Porque é que eu ainda remoía na minha cabeça a morte da minha mãe? Porque é que eu usava maquilhagem?

As coisas em que eu acreditava antes já não faziam o mínimo sentido e uma questão levava à próxima. Pouco a pouco os meus hábitos começaram a mudar.

2ª parte

Já vivia em Amesterdão à cerca de quatro anos quando decidi inscrever-me num Mestrado em Lyon, França. Fui aceite, comprei um bilhete de avião e aluguei um quarto. Tinha tudo planeado. Finalmente iria mudar a minha vida, conhecer pessoas com coisas em comum, poder ver o sol com mais frequência, re-aprender francês. A dois meses de mudar de país, recebi um email da universidade a explicar que o mestrado não iria abrir pois não haviam inscrições suficientes. Senti-me desiludida e perdida nas semanas que se seguiram.

Um dia, sentei-me com um caderno e uma caneta na mão e comecei a fazer uma lista das coisas que eu gostaria de fazer na minha vida mas que nunca tinha feito por alguma razão. Haviam tantos sítios onde eu não tinha ido porque ninguém podia ir comigo, porque os meus amigos não tinham o dinheiro necessário, porque as minhas férias não se coordenavam com as dos outros, etc, etc, etc. Desculpas. No topo da minha lista estava fazer voluntariado noutros países e viajar.

Dois meses depois, encontrava-me na Amazónia Peruana como voluntária num projecto para estudar plantas medicinais. Nessa altura, a comer uma dieta vegana por quase dois anos e sem tomar qualquer medicação, estava cada vez mais interessada em aprender mais sobre plantas e foi por essa razão por acabei por escolher esse voluntariado.

Mal sabia eu que esta aventura no Peru acabaria por mudar a minha vida (mais posts virão sobre este tópico).

As experiências que tive lá, como conhecer uma comunidade nativa da Amazónia  e outros voluntários, deram-me uma perspectiva diferente sobre a vida. Naquele lado do mundo tudo acontece “horita”, o que se traduz para “agorinha”. Excepto que não significava realmente “agorinha”. Significava algo mais do género “acontecerá quanto for” ou “acontecerá brevemente”. E “brevemente” podia significar dez minutos, quarenta minutos, cinco horas, e por aí fora.

A minha lição aqui foi a de aprender a viver no presente. Deixar de lado o apego que tinha a certas ideias e convicções. Coisas que aprendemos com a nossa sociedade. No mundo ocidental a vida é levada mais a sério. Estamos muito agarrados a significados, o que nos leva muitas vezes a frustrações, desilusões e stress. E stress era algo que me era muito familiar nesta altura.

Depois de estar um mês no Peru, voltei para Amesterdão e demiti-me do meu trabalho na primeira oportunidade que tive. Aquela vida de stress já não era para mim. Ter um trabalho qualquer já não era para mim. Viver numa cidade chuvosa já não era para mim. Então fui embora.

3ª parte

Dois meses depois de regressar do Peru, deixei Amesterdão. Não tinha um grande plano, somente um bilhete de avião para a Indonésia, sem volta. O propósito era viajar pelo sudeste asiático até perceber o que fazer com a minha vida (mais posts sobre este tópico virão).

Acabei por viajar sozinha durante cinco meses, o que me deu muito tempo para “pensar com os meus botões”, para me conhecer melhor, para ter mais paciência e, acima de tudo, deu-me uma lição sobre limites.

Quando estás a viajar (especialmente sozinh@), tens muitas pessoas a meterem conversa contigo e fazerem conversa fiada. No início até é engraçado. Toda a gente com quem te vais cruzando tem a sua própria história de como foram ali parar, conheces pessoas do mundo inteiro e boas conversas podem surgir em beliches de hostels. No entanto, depois de um par de meses, eu já me irritava com as conversas das pessoas, pois a minha privacidade era escassa. Dividir quarto com seis, dez ou catorze pessoas é desafiante quando falamos de privacidade, quanto mais sossego. Comecei a questionar “porque é que as pessoas ficam tão desconfortáveis em ambientes de silêncio?”, “porque é que elas não gostam de estar sozinhas?”, “porque é que eu continuo a falar com elas, fazendo fretes?” etc.

Limites, limites, limites. Não é que eu quisesse cortar toda e qualquer interação mas em vez disso aprendi a estar apenas com aquelas pessoas com quem me identificava, sem fazer qualquer tipo de esforço. Já não sentia que tinha de participar de conversas ou interações só porque sim e isso libertou-me.

Estas foram as três instâncias na minha vida que me puseram a questionar o mundo de outras maneiras. Não aconteceu num “piscar de olhos” mas de forma orgânica em que cada fase levou à próxima. O percurso continua, mais questões se levantam a cada nova fase e aqui estarei para as relatar.

Learn from yesterday, live for today, hope for tomorrow. The important thing is not to stop questioning. Albert Einstein 


 

The beginning of questioning (EN)

1st part

In 2014, just before Christmas, I watched a documentary called “Earthlings”. It was the hardest thing to watch. I paused several times. I cried. Kept watching until the movie was finished. Went vegan cold turkey.

A light was turned on in my head and could not be turned off any longer. How did I spend all my life thinking it was ok to torture, kill and use animals for our entertainment? It got me thinking. If what I was told up until now in regards to eating animals (by family, culture, traditions) wasn’t the right thing, what else could be wrong?

I started questioning everything. Everything! Why was I taking the pill? Why was I taking meds when I got sick? Why was I hanging out with people that weren’t like-minded? Why was I washing my hair with shampoo and cleaning my teeth with toothpaste? Why was I buying clothes all the time? Why was I still mourning my mother’s death? Why was I wearing makeup?

The things I used to believe didn’t make sense anymore and one question led to another. Little by little my habits started to change.

2nd part

I was living in Amsterdam for about four years when I decided to apply for a Master’s program in Lyon, France. I got accepted, bought a flight ticket & rented a room. I had it all figured. Finally I could change my life, meet people with things in common, see the sun more often, re-learn French. Two months prior to making this move, I got an email from the university explaining that the course would not open because not enough people enrolled in this program. For a couple weeks I felt so disappointed and lost.

One day, I sat with a paper and a pen and started making a list about all the things I wanted to do in my life but never did for some reason. I didn’t go to places because no one could join me, because my friends didn’t have the money, because my holidays didn’t fit with other people’s schedules etc. etc. etc. Excuses. On top of my list was volunteering abroad and travelling.

A couple months later I went to the Peruvian Amazon as a volunteer for a medicinal plants research. At the time, eating a plant based diet for almost two years and not taking any medicine, made me curious and willing to learn more about plants and that’s why I chose this volunteering.

Little did I know how this adventure would change my life (more posts about this topic to come).

The experiences I had there, getting to know the native community in the jungle as well as the other volunteers, gave me a different perspective of life. In that side of the world everything happens “horita” which means “now”. Except that it didn’t really mean “now”. It meant more like “it happens when it’s going to happen” or “it will happen soon”. And “soon” could mean ten minutes, forty minutes, five hours, and so on. My lesson here was to learn how to live in the present. Let go of the attachment to ideas and beliefs. Things we learn from our society. We take life too serious in the Western world. We are too attached to meanings, which lead us to frustration, disappointment and stress. And I really knew the meaning of stress by then.

After one month in Peru, I got back to Amsterdam and quit my job immediately. That stressful life wasn’t for me anymore. Having a job that didn’t fulfill me wasn’t for me anymore. Living in a rainy city wasn’t for me anymore. So I left.

3rd part

Two months after coming back from Peru, I left Amsterdam. I didn’t have a big plan, only a plane ticket to Indonesia without return. The goal was to travel in South East Asia until I found out what I wanted to do next in my life (more posts about this topic to come).

I ended up travelling solo for five months in S.E. Asia, which gave me a bunch of time alone to think, to get to know myself better, to be more patient and, above all, taught me how to create boundaries.

When you travel (especially solo), you have many people talking to you and make random conversations. At first is fun! Everybody you meet along the way have their own story on how they got there, you get to know people from all over the world and cool conversations can happen in bunk beds. However, after a couple months I was getting quite annoyed by people trying to chit-chat all the time as I already had little privacy. Sharing a dorm with six, ten, fourteen other people is challenging when it comes to privacy, let alone quietness. It got me questioning “why are people so uncomfortable with silence?”, “why don’t they enjoy being alone?”, “why do I keep talking to them even though I don’t feel like it?” etc.

Boundaries, boundaries, boundaries. Not that I wanted to shut down any interaction but instead I learned how to just talk to someone or hang out with those that made it feel right and not forced. I no longer felt like I had to engage in conversations that were meaningless to me and such small change freed me up.

Those were the three instances in my life that made me start questioning the world in different ways. It didn’t happen overnight but in an organic way where every phase led to the next one. The journey continues, more questions rise in every new stage and I will be here to report and update.

Learn from yesterday, live for today, hope for tomorrow. The important thing is not to stop questioning. Albert Einstein 


 

El principio del cuestionamiento (ES)

1ª parte

En 2014, por Navidades, vi el documental Terráqueos. Fue la cosa más difícil de ver hasta hoy. Pause la película varias veces. Lloré. Seguí viendo hasta que la peli terminara. Me hice vegana de la noche a la mañana.

Una luz se había encendido en mi cabeza y no podía jamás apagarse. ¿Cómo había vivido mi vida hasta ahora pensando que torturar, matar o usar animales para nuestro entretenimiento era normal? Me dio que pensar. Si lo que me había sido enseñado hasta aquí (por la familia, cultura, tradiciones) sobre comer animales, no era lo correcto, ¿qué más podría estar equivocado?

Entonces empecé a cuestionarlo todo. Todo! ¿Por qué estaba tomando la píldora? ¿Cuál era la razón que me llevaba a tomar pastillas cuando estaba enferma? ¿Por qué quedaba con personas que poco o nada tenían en común conmigo? ¿Por qué lavaba el pelo con champú y los dientes con pasta dentífrica? ¿Por qué compraba ropa a todas horas? ¿Por qué seguía padeciendo por la muerte de mi madre? ¿Por qué usaba maquillaje?

Las cosas en que creía antes ya no hacían el mínimo sentido y una cuestión llevaba a la siguiente. Poco a poco mis hábitos empezaron a cambiar.

2ª parte

Ya vivía en Amsterdam hacia unos cuatro años cuando decidí aplicar para hacer una Maestría en Lyon, Francia. Fui aceptada, compré un billete de avión y alquilé una habitación. Tenía todo planeado. Finalmente cambiaría mi vida, conocería gente con cosas en común, podría ver el sol con más a menudo, volvería a aprender francés. Dos meses antes de cambiar de país, recibí un correo electrónico de la universidad explicando que la maestría no iba a abrir porque no había suficientes inscripciones. Me sentí desilusionada y perdida en las semanas que siguieron.

Un día, me senté con un cuaderno y un boli en la mano y empecé a hacer una lista de las cosas que me gustaría hacer en mi vida pero que nunca había hecho por alguna razón. Habían tantos lugares donde yo no había ido porque nadie podía ir conmigo, porque mis amigos no tenían la pasta necesaria, porque mis vacaciones no se coordinaban con las de los demás, etc, etc, etc. Escusas. En el tope de mi lista estaban hacer voluntariado en otros países y viajar.

Dos meses después, me encontraba en la Amazonía Peruana como voluntaria en un proyecto para estudiar plantas medicinales. En ese momento, comiendo una dieta vegana por casi dos años y sin tomar ninguna medicación, estaba cada vez más interesada en aprender sobre plantas y fue por esa razón que acabé por elegir ese voluntariado.

Poco sabía que esta aventura en Perú al final cambiaría mi vida (en breve contaré más sobre este tema).

Las experiencias que tuve allí, como conocer una comunidad nativa de la Amazonia y los otros voluntarios, me dieron una perspectiva diferente sobre la vida. En aquel lado del mundo todo sucede “horita”, lo que significa “ahorita”. Excepto que no significaba realmente “ahorita”. Significaba algo más del tipo “sucederá cuanto sea” o “sucederá en breve”. Y “en breve” podría significar diez minutos, cuarenta minutos, cinco horas, … ya lo imagináis.

La gran lección aquí fue la de aprender a vivir en el presente. Dejar de lado el apego que tenía a ciertas ideas y convicciones. Cosas que aprendemos de nuestra sociedad. En el mundo occidental la vida se toma más en serio. Estamos muy aferrados a significados, lo que nos lleva a menudo a frustraciones, desilusiones y estrés. Y el estrés era algo que me era muy familiar en este momento.

Después de un mes en Perú, volví a Ámsterdam y me despedí mi trabajo en la primera oportunidad que tuve. Esa vida de estrés ya no era para mí. Tener un trabajo cualquiera ya no era para mí. Vivir en una ciudad lluviosa ya no era para mí. Entonces me fui.

3ª parte

Dos meses después de regresar de Perú, dejé Amsterdam. No tenía un gran plan, sólo un billete de avión para Indonesia, sin retorno. El propósito era viajar por el sudeste asiático hasta saber qué hacer con mi vida (más posts sobre este tema  en breve).

Acabé viajando sola durante cinco meses, lo que me dio mucho tiempo para pensar, para conocerme mejor, para tener más paciencia y, sobre todo, me dio una lección sobre límites.

Cuando estás viajando (especialmente sol@), hay mucha gente con la que hablar. Al principio es divertido. Toda la gente con la que te vas cruzando tiene su propia historia de cómo llegó allí, conoces a personas del mundo entero y buenas conversaciones pueden surgir en literas de hosteles. Sin embargo, después de un par de meses, ya me aburrían las conversaciones, pues la privacidad era escasa. Compartir habitación con seis, diez o catorce personas es desafiante cuando hablamos de privacidad, y aún más si de tranquilidad. Empecé a preguntarme “¿por qué están las personas tan incómodas en ambientes de silencio?”, “¿Por qué no les gusta estar solas?”, “¿Por qué sigo hablando con ellas, aunque no tenga ganas?”, etc.

Límites, límites, límites. No es que yo quisiera cortar con toda y cualquiera interacción sino que aprendí a estar sólo con aquellas personas con las que me identificaba, sin hacer ningún tipo de esfuerzo. Ya no sentía que tenía que participar en conversaciones o interacciones sólo porque sí y eso me liberó.

Estas han sido  las tres instancias en mi vida que me hicieron cuestionar el mundo de otras maneras. No ocurrió en un “parpadeo de ojos” sino de forma orgánica en que cada fase llevó a la siguiente. El recorrido continúa, más cuestiones se levantan a cada nueva etapa y aquí estaré para contaros.

Learn from yesterday, live for today, hope for tomorrow. The important thing is not to stop questioning. Albert Einstein 

 

… stay tuned

English

Español

Português

Porque é que usamos sapatos com dedos, temos uma dieta 100% vegetal, meditamos pelas manhãs, compramos em lojas de segunda mão e não fazemos fretes sociais?

Não somos esquisitas, não nos esforçamos para ser diferentes e não temos a mania que somos especiais.

Apenas questionamos TUDO o que geralmente se dá a partida como certo (ou errado). Somos radicalmente contra as respostas “porque sempre foi assim”, “porque é o normal” ou simplesmente ‘‘porque sim/não”.

Achamos que a única maneira de sermos fiéis a nós mesmas é não fazendo nada só porque sim e questionar, questionar e questionar mais um bocado.

Chegou a hora de partilharmos estas questões e algumas tentativas de resposta. Queremos que toda a gente se questione mais e, por isso, mostramos como nós o fazemos, já que esta é possivelmente a nossa melhor ‘habilidade’. E queremos ajuda pois duas cabeças questionam melhor que uma, e mil cabeças têm um potencial “questionador” que pode realmente fazer a diferença.

O primeiro artigo sai já esta sexta-feira (26 de Outubro)!!

Por enquanto podes saber mais sobre o blog ou sobre nós.

O indivíduo criativo tem a capacidade de libertar-se da rede de pressões sociais em que o resto de nós é apanhado. Ele é capaz de questionar as suposições que o resto de nós aceita. – John W. Gardner


 

English 

Why do we wear shoes with fingers, why do we eat 100% plant based food, why do we meditate in the morning, why do we buy at thrift stores and why we no longer waste time socializing with people we don’t want to?

We are not weird, we don’t try to be different and we don’t feel like we are special in any way.

We just question EVERYTHING that we were told was the truth or norm. We are totally against answers such as “because that’s how it is”, “because that’s how it as always been”, or simply “because that’s the norm”.

We know that the only way we can be true to ourselves is by questioning everything at all times, avoiding doing something just because.

Now is the time to share those questions and attempt to give some answers. Our goal is to have more people making more questions and therefore we will show you how we do it since this is possibly our best skill. And we need your help, as two heads question better than only one. And a thousand “questioning” heads have the potential to really make the difference.

The first article comes out next Friday (October 26)!!

Meanwhile you can know more about the blog or about us.

The creative individual has the capacity to free himself from the web of social pressures in which the rest of us are caught. He is capable of questioning the assumptions that the rest of us accept. – John W. Gardner


 

Español

¿Por qué usamos zapatos con deditos, por qué comemos alimentos 100% de origen vegetal, por qué meditamos por las mañanas, por qué compramos en tiendas de segunda mano y por qué ya no perdemos el tiempo socializando con personas que no queremos?

No somos raritas, no nos esforzamos por ser diferentes y no tenemos la manía que somos especiales.

Solamente cuestionamos TODO lo que nos dijeron que era la verdad o la norma. Estamos radicalmente contra las respuestas “porque siempre ha sido así”, “porque es lo normal” o simplemente “porque sí/no”.

Creemos que la única manera de ser fieles a nosotras mismas es no hacer nada sólo porque sí y cuestionar, cuestionar y cuestionar un poco más.

LLegó el momento de compartir estas cuestiones y algunos intentos de respuestas. Queremos que todo el mundo se cuestione cada vez más y, por eso, enseñamos cómo lo hacemos ya que esta es posiblemente nuestra mejor ‘habilidad’. Y queremos ayuda pues dos cabezas cuestionan mejor que una, y mil tienen un potencial ‘cuestionador’ que realmente puede hacer la diferencia.

El primero articulo sale el próximo viernes (26 de Octubre)!!

Por ahora puedes saber más sobre el blog o sobre nosotras.

“El individuo creativo  tiene la capacidad de liberarse de liberarse de la red de presiones sociales en las que el resto de nosotros estamos atrapados. Él es capaz de cuestionar las suposiciones que los demás aceptamos.” — John W.Gardner.